ONG Clean Up The World participou pelo quinto ano do evento Rio Innovation Week
Paulo Protasio, presidente da Cisbra, convida Fabiene Torres Schiavo, especialista em projetos de impacto socioambiental, para debate de eventos como a COP30

No dia 12 de agosto, o Rio Innovation Week foi palco de discussões que unem inovação, desenvolvimento urbano e visão estratégica global. A palestra “Ser G20 é ser Glocal”, que ocorreu no evento da Praça Mauá, no Rio, reuniu especialistas para debater como integrar tendências internacionais e realidades locais a fim de gerar soluções mais eficazes, sustentáveis e humanas.

A apresentação foi conduzida pela ONG Clean Up The World, que celebra 23 anos de atuação no Brasil, e pela Amigança Produções, com mais de quatro décadas de história no setor cultural. O painel foi comandado por Hildon Carrapito, CEO da Amigança Produções, e Paulo Protasio, presidente da Cisbra – Câmara de Comércio, Indústria e Serviços. Houve ainda a participação de Fabienne Torres Schiavo, consultora especializada em inovação estratégica para territórios inteligentes e sustentáveis, com mais de 20 anos de experiência em projetos de impacto socioambiental. “Falamos do nascimento da COP30, a partir da Rio92, em que fui um dos criadores, e sobre o futuro da RIO2030, incluindo o conceito de Economia Azul, que ganhou as praias do mundo”, explicou Protasio.

Ele abordou o conceito de ser G20, que significa ser Glocal. “É um conceito que une o melhor dos dois mundos: as tendências e práticas internacionais com a compreensão das especificidades culturais, sociais e econômicas de cada região. É sobre pensar globalmente, mas agir com o coração e os pés firmes no território em que se vive. O Rio de Janeiro é um dos palcos mais ricos para iniciativas de renovação urbana no Brasil. Nossa história mostra que, quando a sociedade é chamada a participar, conseguimos transformar áreas degradadas em espaços vibrantes, produtivos e inclusivos. Essa integração local e global é o caminho para um desenvolvimento mais inteligente e humano”, completou.

O painel também destacou exemplos concretos de revitalização urbana no Rio, como a requalificação da região portuária, a restauração de edifícios históricos e a criação de espaços culturais icônicos, como o Museu do Amanhã e o Forte de Copacabana, mostrando como ações locais podem dialogar com desafios globais como sustentabilidade, mobilidade urbana, economia criativa e inclusão social. “O nosso objetivo é criar uma rede de redes, partindo da força de cada bairro e das 92 cidades do estado, conectadas a um mundo global que busca soluções mais inteligentes e humanas”, concluiu Protásio.

Mulheres ocuparam RIW para debater a força feminina como mola mestra do futuro

O evento também foi palco de um encontro transformador: o painel “Mulheres que movem o futuro”, promovido pelo Hub Mulheres de Frente – o maior ecossistema de conexão, capacitação e fortalecimento para mulheres e empreendedoras do Rio de Janeiro, reunindo líderes, empreendedoras e profissionais de destaque que vêm impulsionando a inovação, a autonomia econômica e a representatividade feminina no cenário empresarial e social, compartilhando histórias inspiradoras, estratégias práticas e visões de futuro que mostram como o poder feminino está moldando a nova economia fluminense. Foram discutidos temas como inovação e empreendedorismo feminino como motores de transformação, a importância da autonomia econômica para as mulheres, novas oportunidades no mercado e no ecossistema de negócios do Rio, além de liderança com propósito e impacto social.

 

Fonte: Assessoria de Imprensa 

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