O sábado não começou bem para os pilotos da Ipiranga Racing. Na classificação, Cesar Ramos e Thiago Camilo tiveram dificuldades em acertar o carro para a nova pista de Brasília, ainda com pouca aderência, e ficaram em 25º e 27º.
Na largada da Sprint Race, cheia de toques nas posições do fim do grid, como é normal na Stock Car, Thiago Camilo ganhou dez posições, mas viu o capô do Toyota número 21 da Ipiranga Racing levantar um pouco, mas perigosamente, porque fatalmente iria se soltar ao longo da meia hora de prova.
Camilo aproveitou a entrada do safety car e foi para o box para fixar o capô, voltando no fim da fila, em 28º lugar, mas sem perder volta.
Na 7ª volta, já em bandeira verde, Cesar Ramos acabou na brita ao tentar ultrapassar Vicente Orige. “A pista estava totalmente sem aderência fora do trilho, fui tentar uma ultrapassagem normal e acabei perdendo o carro”. O incidente provocou nova entrada do carro de segurança.
Quando a janela de pit stop foi aberta, restavam pouco mais de 5 minutos de corrida, e os dez primeiros colocados não entraram para a troca de pneu obrigatória. Thiago Camilo estava no grupo que conseguiu entrar. Recebeu a bandeirada em 20º lugar, e com a desclassificação dos carros que não fizeram o pit stop, subiu para 11º. Minutos depois recebeu uma punição de 5 segundos por ter emparelhado na tumultuada entrada do pit stop com Gabriel Casagrande e caiu para a 14ª posição. “Pedi revisão dessa punição, porque realmente não entendi porque fui punido. Quanto ao sábado em si, não consegui fazer uma volta rápida na classificação, porque meu freio bloqueou na volta rápida. Mas tinha um carro competitivo. Larguei bem, ganhei dez posições e se não fosse a pancada que levantou meu capô ganharia mais. Quando você larga lá atrás, tem que ganhar o máximo de posições possível. Ganhei muitas posições na pista. É isso”.
Fonte: Alexandre Kacelnik


