Felipe Fraga Campeão da Nova Geração

O ano de 2025 não foi fácil para a maior categoria automobilística do Brasil, os SUVs apesar de equipados com  tecnologia de ponta, tirou o sono de diversas equipes durante a temporada, a equalização dos motores Audace Tech 2.1L foi alvo de muitas críticas nesta temporada, o motor V8 foi testado nesta última etapa  e promete voltar em 2026.

A lenda Rosinei Campos conhecido como “Meinha” presente na categoria desde sua estreia em 1979, resumiu como superou os desafios e junto à equipe chegou com seus dois pilotos na disputa da Super Final BRB. Confira.  

Na corrida sprint deste sábado, Felipe Fraga precisava conquistar apenas o 12º lugar para se consagrar campeão, largado na pole com grid invertido manteve a posição na largada e seu companheiro de  Gaetano di Mauro postulante ao título manteve a segunda posição.

A chuva, que geralmente traz emoção, trouxe confusão pois Gaetano foi o primeiro a colocar pneus de chuva na volta 8, seu adversário Felipe Fraga na volta 9. Na volta 10 completada por Gaetano, a corrida foi interrompida com bandeira vermelha após Hélio Castro Neves e Daniel Serra estamparem seus carros no muro da entrada boxes.

A chuva passou mas a corrida não, a confusão estava formada pois de acordo com regulamento, como declarou Gaetano Di Mauro em entrevista à Band, em situação de bandeira vermelha retrocede apenas uma volta a posição dos pilotos, mas retrocederam duas voltas e suas lágrimas demonstraram a sensação de lhe tirarem as chances da briga pelo título.

Apesar das chances serem mínimas, as lágrimas de Gaetano demonstram sua tristeza com a decisão da direção de prova e Felipe Fraga que também demonstrou insatisfação com a decisão, se torna Bicampeão da Stock Car Pro Series.

Compartilhar

Um comentário em “Final da Stock Car em Lágrimas”

  1. Tchê,

    Minhas sugestões em cima de fatos de 2025 na Stockcar:

    PALAVRA CHAVE: APRENDIZADO
    TAREFA: LIÇÃO DE CASA
    OBJETIVO: EVOLUÇÃO
    RESULTADO: MELHORIA

    1° – CBA junto com a VICAR, Grupo Velocy e Audacetech, deveriam sentar numa mesa dia 5 de Janeiro de 2026.

    2° – Este “grande grupo que atua na Stockcar” deveria ter como pauta o título “ONDE PRECISA HAVER MUDANÇA”.

    3° – Puxar uma Folha A4 e uma Bic 4 cores para elencar os fatos ou ocorrências Desportivas na coluna esquerda e Técnicas na coluna direita.

    4° – Item a Item, definir qual foi a causa raíz e quais fatores adicionais contribuiram para a ocorrência. Importante colocar o NOME DO RESPONSÁVEL junto de cada falha ou melhoria.

    Se fizerem isso de maneira ADULTA, SÉRIA, sem ninguém saindo pra atender ligação, sem ninguém querendo se esconder ou “tirar do cólo” uma RESPONSABILIDADE, já será um avanço.

    Desportivamente, as ocorrências de Cuiabá e de Interlagos ( bandeira vermelha ), deveriam seguir uma caminho de DESVINCULAR DA FiA e escrever REGRA PRÓPRIA DA CATEGORIA no Regulamento Desportivo. Se isso “não pode” por parte da CBA e afins, então que usem o RPP ou Regulamento Particular de Prova, que é SOBERANO e está acima do CDA, FiA, Anexo J e outros, para que as decisões de ocorrências já conhecidas, quando se repetirem, não causem injustíças e duvidas sobre como proceder.

    Técnicamente, os problemas mecânicos do início do ano foram resolvidos para 2026, com a troca do motor.
    Porém, os acidentes de Cuiabá e Interlagos ( decisão ) mostraram que o chassís tubular apresentou graves problemas de rupturas de solda e falha estrutural após impactos a 140 km/h, tanto em T ente carros ( Cuiabá ) quanto entre carro e barreira de pneus ( Helio Castro Neves ) que “trincou” chassís.

    O Grande Grupo referido no início do texto, deveria questionar o projeto do chassís quando comparado com chassís tubulares de outras categorias, principalmente por apresentar falha estrutural a 140 km/h de impacto, que em muitas outras categorias, os chassís não rompem em colisões em velocidades desta magnitude.

    Foi desenvolvido um aço especial, uma liga com comportamento elástico semelhante ao CrMo30 ( aço cromo molibdênio ), porém não foi noticiado nenhum Crash Test, aoenas ensaio de compressão progressiva no chassís ( video promocional ).

    Porém, deveria averiguar qual tipo de processo de dokda foi utilizado, TIG ou MAG ( MIG MAG é o processo e MAG é para ferrosos ). Para ligas “CrMo30” ou aço cromo molibdênio, existe vareta ou metal de adição específico, assim com temperatura para soldar e tratamento térmico após soldagem.

    Em fim.

    TODOS ESPERAM MUDANÇAS SEVERAS!!

    MUDEM!!

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Este site é protegido por reCAPTCHA e pelo Googlepolítica de Privacidade eTermos de serviço aplicar.

O período de verificação do reCAPTCHA expirou. Por favor, recarregue a página.