Campanha convida o público a trocar a “tralha” pela “trilha regenerativa” e transformar o ato de comprar em um gesto de regenerar o corpo e a floresta amazônica

A Black Friday se tornou, em menos de uma década, uma das datas mais esperadas e mais contraditórias do varejo brasileiro. Importada dos Estados Unidos, ela tem mobilizado nos últimos anos milhões de consumidores em busca de descontos que muitas vezes extrapolam a necessidade. De acordo com estimativas de mercado, o brasileiro pretende gastar, em média, R$500 na data, ainda que boa parte das compras não esteja ligada a uma real demanda.

Televisores, roupas, eletrodomésticos, gadgets: é o retrato de um consumo impulsivo, que se repete ano após ano. Mas, em 2025, o debate ganha um novo contorno. No mesmo mês em que o Brasil sedia a COP30, a Mahta, startup de superalimentos da Amazônia, lança a Black Friday da Regeneração, uma campanha que transforma o ato de consumir em um gesto de impacto positivo tanto para o corpo, quanto para a floresta e para o planeta.

Criada pela Felicidade Collective, agência especializada na Nova Economia, a ação parte de um insight claro: diferentemente de outras datas comerciais, como o Natal ou o Dia das Mães, movidas pelo afeto e pelo desejo de presentear, a Black Friday é, muitas vezes, um símbolo do “consumo pelo consumo”. A proposta da Mahta é inverter essa lógica e convidar as pessoas a “trocar a tralha pela trilha de regeneração”.

De 30 de outubro a 30 de novembro, a campanha vai ao ar com um filme manifesto, mostrando que regenerar também é uma forma de consumir. A cada produto comprado, a marca apoia uma cadeia produtiva sustentável que mantém a floresta em pé e promove nutrição de verdade, com ingredientes amazônicos.

Nosso convite é para que as pessoas usem a Black Friday para se reconectarem com o que realmente importa. O consumo pode e deve ser um instrumento de transformação. E quando você escolhe a Mahta, não está apenas comprando um produto. Está regenerando a sua saúde e ajudando a proteger a floresta e as comunidades que vivem dela”, afirma Max Petrucci, CEO e fundador da MAHTA.

O filme da ação traz um olhar poético sobre o comportamento de compra e provoca o público a refletir sobre o impacto das próprias escolhas. A mensagem central resume o espírito da campanha: “Aqui o consumo não consome. Ele regenera.” A campanha também reforça o papel das marcas em promover novas narrativas de consumo, especialmente em um contexto global de emergência climática.

A Black Friday é uma das datas mais consumistas do ano. O nosso desafio então foi manter a força cultural que a data possui, mas com outro sentido: usar o mesmo engajamento para falar sobre regeneração, não só da saúde, mas da Amazônia”, destaca Tomás Correa, cofundador e CCO da Felicidade Collective.

A iniciativa da Mahta surge em um momento em que o país discute, sob os holofotes da COP30, novos modelos de desenvolvimento e consumo. Em vez de negar a força da Black Friday, a marca tenta ressignificá-la, trocando a lógica do acúmulo pela da regeneração.

O que a gente está propondo é simples, mas profundo: que o consumo volte a ter sentido. Que ele possa gerar equilíbrio, e não excesso; regenerar, e não esgotar. Num calendário em que quase tudo virou oportunidade de compra, a Black Friday da Regeneração aposta em outra moeda: a da consciência”, complementa Max Petrucci.

Sobre a Mahta
A Mahta é uma startup que transforma a biodiversidade amazônica em alimentos nutritivos para as pessoas que buscam uma vida mais saudável e equilibrada de forma natural. Com propósito regenerativo, atua para regenerar a saúde humana, as comunidades locais e a floresta. Unindo ciência e sabedoria ancestral, desenvolve produtos a partir de superalimentos amazônicos por meio de cadeias sustentáveis baseadas em sistemas agroflorestais.

Sobre a Felicidade Collective
A Felicidade Collective é uma agência de comunicação da nova economia e trabalha para criar relações profundas entre marcas e pessoas, gerando valor para os negócios, ao mesmo tempo em que promovem um impacto positivo e regenerativo no planeta e na sociedade.

Fonte: Si Comunicação

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