Abong (Associação Brasileira das Organizações Não Governamentais) foi reeleita como membro do Conselho Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+ para o triênio 2026-2028. O anúncio da nomeação aconteceu no dia 23 de janeiro, no Mês da Visibilidade Trans, em Brasília (DF), e destaca a trajetória relevante da Abong na proteção das minorias sexuais e de gênero.

As ações de proteção e de formação da Abong acontecem por meio do Projeto Pajubá, a principal iniciativa da associação para os público LGBTQIA+. Algumas dessas atividades realizadas foram, por exemplo a imersão formativa TRANSformando lideranças, que trouxe, em 2025, 20 lideranças trans e travestis para São Paulo afim de fortalecer o ecossistema das organizações; o Desacuenda Jurídico, que presta assessoria jurídica gratuita às associações LGBTQIA+; e os Ciclos de Formação Pajubá, que trazem insumos de conhecimento e estratégias para alcançar e acolher as demandas dentro das organizações.

Além disso, a presença da Abong na III Marsha Trans Brasil reitera o compromisso da associação em fomentar o conhecimento e criar pontes para o diálogo com a comunidade.

“Para nós é uma honra integrar o Conselho pelo segundo triênio consecutivo. Queremos garantir que a voz da sociedade civil seja ouvida e que os corpos LGBTQIA+ tenham seus direitos respeitados na construção de um Brasil mais justo para todas as pessoas”, enfatiza Keila Simpson, diretora executiva da Abong.

O  Conselho Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+ tem por finalidade colaborar na formulação de ações e diretrizes governamentais referentes às pessoas lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais, queers, intersexos, assexuais e outras identidades. É um espaço de diálogo permanente entre o Estado e a sociedade civil organizada.

Sobre a Abong
Abong – Associação Brasileira de ONGs é uma associação nacional criada em 1991 com o objetivo de fortalecer as Organizações da Sociedade Civil (OSCs) brasileiras que trabalham na defesa e promoção de direitos humanos, democracia e bens comuns. A Abong atua ao lado de movimentos sociais e dialoga com governos por um mundo ambientalmente justo, com articulações e proposições para as agendas de cibersegurança, LGBTQIA+, antirracista, participação social e luta contra todas as formas de discriminação e desigualdades.

 

Fonte: Atômica LAB 

Compartilhar

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Este site é protegido por reCAPTCHA e pelo Googlepolítica de Privacidade eTermos de serviço aplicar.

O período de verificação do reCAPTCHA expirou. Por favor, recarregue a página.