Nova cenografia do maior palco que a Cidade do Rock já recebeu impactou todo o público presente, que também se emocionou com a estreia do ECCO by Lightwire e se arrepiou com o novo New Dance Order no primeiro dia de festival 

A Cidade do Rock abriu suas portas nesta quinta-feira, 4, para dar início a mais uma edição memorável do Rock in Rio. Como manda a tradição, os primeiros a chegarem no festival foram recebidos por toda a equipe da Rock World com aplausos, porque por aqui o público é a alma do festival. Os fãs foram os primeiros a conhecer de perto as novidades preparadas para 2026, entre elas o novo Palco Mundo, que impressionou já no primeiro olhar com uma cenografia totalmente inédita e seus 2.400 m² de painéis de LED de altíssima definição. Ao longo do dia, o público também viveu a expectativa para a estreia do espetáculo ECCO by LightWire, se jogou na pista de dança com a nova cenografia do New Dance Order e acompanhou uma apresentação visceral do Foo Fighters no Palco Mundo. 

 

“Cada vez que os portões da Cidade do Rock se abrem, é como se a gente pudesse sentir, de novo, a força desse sonho que começou há tantos anos. A gente passa meses, anos, imaginando cada detalhe, construindo cada espaço, preparando cada experiência, mas é só quando o público entra que o Rock in Rio realmente acontece. Ver essa multidão chegando, encontrando os amigos, cantando, se emocionando e vivendo a Cidade do Rock é uma emoção que não muda. Pelo contrário, a cada edição ela parece ainda maior. Hoje, quando vejo esse novo Palco Mundo, essa nova Cidade do Rock e tudo o que preparamos para 2026 ganhando vida diante dos fãs, tenho a certeza de que o Rock in Rio continua fazendo aquilo que sempre fez: transformar sonhos em experiências e reunir pessoas para celebrar a música, a cultura e a vida. É um privilégio enorme poder abrir mais uma vez esses portões e dar boas-vindas a todos”, celebra Roberto Medina, presidente e criador da Rock World. 

 

Novo Palco Mundo impressiona e Foo Fighters encerra noite em grande estilo 

 

O primeiro impacto de quem entrou na Cidade do Rock foi o novo Palco Mundo. Pela primeira vez, toda a estrutura frontal do palco foi revestida por 2.400 m² de painéis de LED de altíssima definição, formando um único e gigantesco painel visual que transformou cada apresentação em uma experiência ainda mais imersiva. 

Mônica Souza, 51 anos, administradora e moradora de Niterói (RJ), já participou de outras edições do Rock in Rio e destaca a experiência proporcionada pelo novo palco Mundo: “É uma sensação incrível, parece que você está dentro do palco, muito perto do artista. O LED envolve a gente e faz parecer que estamos junto com ele, vivendo o show de dentro. Já tinha vindo em outras edições do Rock in Rio e o novo palco realmente traz uma experiência completamente diferente para o público.” 

Após o espetáculo de tirar o fôlego do The Flight, quem abriu os trabalhos novo Palco Mundo foi a Nova Twins, levando sua mistura de punk, rock alternativo e muita atitude para a Cidade do Rock. A dupla comandou a plateia e apresentou canções como “Cleopatra” e “N.O.V.A”Na sequência, The Hives trouxe a irreverência e energia que marcam a trajetória da banda sueca, com direito a muita interação com o público e um português afiado do vocalista. O repertório que passeou por músicas como “Main Offender”, “Hate to Say I Told You So” e “Tick Tick Boom”. Rise Against manteve a intensidade da noite com um show marcado por faixas como “Savior”, “Prayer of the Refugee” e “Ready to Fall”, em uma apresentação carregada da energia e repleta de rodas punks que constantemente eram abertas em meio ao público. 

 

Encerrando a noite, Foo Fighters protagonizou um dos grandes momentos do primeiro dia. De volta ao Rock in Rio após sete anos, a banda liderada por Dave Grohl apresentou uma seleção de clássicos que atravessam gerações, como “All My Life”, “The Pretender”, “Times Like These”, “My Hero”, “Learn to Fly”, “Monkey Wrench” e “Best of You”. A apresentação acompanhou a grandiosidade da nova cenografia do Palco Mundo e terminou em um dos momentos mais aguardados pelos fãs: “Everlong”.  

 

Palco Sunset celebra o rock brasileiro em encontros de gerações 

 

No Palco Sunset, o primeiro dia foi dedicado ao encontro entre diferentes gerações do rock. Di Ferrero abriu a programação com sucessos de sua trajetória no NX Zero, como “Cedo ou tarde”, “Daqui pra frente” e “Razões e Emoções”. De seu disco mais recente, “S7te”, o artista trouxe canções como “Deixa Sonhar”. A apresentação contou com a participação especial de Danilo Cutrim, vocalista das bandas Forfun e Braza, além de covers de “Come as You Are”, do Nirvana, e de “Aonde Quer Que Eu Vá”, dos Paralamas do Sucesso.  

 

Na sequência, Detonautas convidou Biquini para um encontro que reuniu as duas bandas que marcaram a história do pop rock brasileiro. O show colocou diferentes gerações para cantar juntas com um repertório para fã nenhum colocar defeito. Os veteranos colocaram o público para pular ao som de “Zé Ninguém” e “Vento Ventania”. Já os Detonautas passearam por hits “Só por hoje” e “Quando o sol de for”, além de faixas do álbum mais recente, “Rádio Love Nacional”.  

 

Hot Milk levou ao palco a nova geração do rock britânico, combinando pop punk, rock alternativo e uma performance marcada pela energia dos dois vocalistas. A noite terminou com Capital Inicial, que recebeu Dado Villa-Lobos para um encontro especialmente preparado para o festival. Juntos, os artistas revisitaram clássicos do rock brasileiro, como “Veraneio Vascaína”, “Natasha” e “Primeiros Erros”, e celebraram o legado de Renato Russo transformando o Sunset em um grande coro de fãs ao som de canções como “Tempo perdido”.  

 

ECCO transforma a Cidade do Rock em uma experiência imersiva inesqucível 

 

Uma das grandes estreias de 2026 aconteceu fora dos palcos. Em parceria com a LightWire, o Rock in Rio apresentou pela primeira vez o ECCO, espetáculo que ocupa uma arena própria na Cidade do Rock. Em uma jornada imersiva de 360 graus, luz, som, tecnologia, corpo, aromas e natureza se encontram para contar uma história inspirada na floresta como origem do som. A narrativa percorre vibrações primordiais do planeta – vento, água, raízes e fogo – e a forma como o ser humano transforma esses elementos em música, arte e emoção. 

 

Em sua segunda edição de Rock in Rio, a guia turística Ana Carolina Silva, 28 anos, moradora do Rio de Janeiro, começou o festival visitando a experiência, que, segundo ela, acabou se tornando uma das grandes surpresas. “Eu amei o ECCO, um espetáculo bem dinâmico, com um jogo de luzes muito bonito e que fala bastante sobre a natureza. A parte da água e da queda da cachoeira achei incrível. É muito bom ter uma experiência como essa dentro do Rock in Rio, porque conseguimos parar por 20 minutos e ter um momento completamente diferente dos shows, inesquecível”, celebrou. 

 

A experiência, que segue nos próximos dias de festival, reúne bailarinos, coreografias, trilha sonora original com tecnologia surround, projeções mapeadas, holografia, áudio imersivo e figurinos tecnológicos. Entre os destaques estão o PixelWear, com mais de 1.500 pixels de LED controlados individualmente, e o NewDress, que utiliza 1.000 metros de fibra óptica iluminados por LED.  

 

A administradora carioca, Luísa Faria, chegou a sua quinta edição de Rock in Rio ao lado do filho, Pedro de La Torre, de 11 anos, que vive a sua primeira edição em 2026. O dia começou com a experiência ECCO. “Muita gente vem ao Rock in Rio só pelos shows e acaba não sabendo que existem experiências como essa, que valeu muito a pena. O meu filho está vivendo o primeiro Rock in Rio e disse que foi uma grande surpresa. Ele ficou encantado com as luzes e os diferentes formatos do espetáculo. Acho que começar o festival assim tornou a experiência ainda mais especial para ele e a família”. 

 

New Dance Order e sua nova cenografia transforma pista em experiência audiovisual 

 

A maior pista de dança da Cidade do Rock também ganhou uma nova cara em 2026. O New Dance Order estreou sua cenografia inédita com 56,50 metros de largura e 22,5 metros de altura, reforçando a dimensão monumental do espaço. Os 502 m² de painéis de LED integram música, luz e movimento e criam uma atmosfera imersiva para as apresentações.  

 

Na abertura do palco, aconteceu a estreia do movimento “Dancing for a Better World”, que mobiliza toda a comunidade da música eletrônica – artistas, fãs e a indústria – na propagação de ideais que movimentam o mundo para uma direção de paz e um lugar melhor. Assim como o festival já fez em outras edições desde 1985, o palco promoveu um momento simbólico e poderoso: um minuto de reflexão, que foi acompanhado por um balé, show de pirotecnia, um potente conteúdo audiovisual e com uma bandeira gigante com os dizeres “Dancing for a Better World” erguida pelo público na frente do palco. 

 

Felipe Mourão, 23 anos, estudante de Engenharia Civil, de Brasília (DF), participou pela primeira vez do Rock in Rio e destacou a experiência de vivenciar a abertura do New Dance Order: “Foi uma sensação incrível, uma abertura surreal. É minha primeira vez no Rock in Rio e acho que é um assunto muito importante para a gente falar sobre.”, celebrou. 

 

Na programação, Cat Dealers foi o Special Opening da noite, seguidos por ATKÖ e pelo encontro entre GIU e Carola. Encerrando a noite, o veterano Steve Angello comandou a pista com um set que percorreu diferentes fases de sua carreira e levou o público a um grande clímax de luzes e batidas. 

 

Espaço Favela e Supernova revelam novos talentos e misturam música e diversão 

 

No Espaço Favela, a programação deste sábado manteve a energia da Cidade do Rock em alta do início ao fim. Hitmaker levou ao palco uma sequência de sucessos que transformou a área em uma grande pista de dança, com o público cantando em coro e acompanhando cada refrão. Um dos momentos mais emocionantes da apresentação foi a participação de sua filha no palco. Encerrando a noite, Rodrigo do CN fez o Espaço Favela virar um verdadeiro baile, reunindo uma multidão em uma apresentação marcada por muitos hits e uma atmosfera de festa que fechou o dia em grande estilo. 

 

No Supernova, Chady abriu os trabalhos. Rock in Gil, com Larissa Luz, levou ao palco uma homenagem à obra de Gilberto Gil, revisitando clássicos que emocionaram o público. Venere Vai Venus trouxe uma proposta sonora marcada por personalidade e, fechando a programação, Diogo Defante mostrou todo o seu talento na música. 

 

Global Village celebra diversidade cultural e encerra noite com Paulinho Moska 

 

No Global Village, Giovanna Moraes, um dos grandes nomes da nova geração do rock alternativo brasileiro, abriu o primeiro dia do Global Village. Com os hits “Luluzete”, “As minas no Poder” e “Finalmente seja ouvida”, a artista animou a plateia logo no início do festival. “Eu sou fã número 1 da Giovanna. Estava muito animada pro show para escutar o álbum que ela lançou recentemente e escutar as músicas antigas também” disse Laura Alves, maitre carioca de 32 anos, uma das pessoas que acompanharam a apresentação do início ao fim. 

 

A banda Leela entrou no palco do Global Village na sequência, misturando guitarras alternativas com melodias pop marcantes. As músicas “Sou assim”, “Garota Espelho” e “Ver o que faço” animaram a plateia e fizeram todo mundo dançar. Durante o show, Arnaldo Brandão, pai do guitarrista da banda, subiu ao palco e cantou “Blá blá blá… Eu te amo” e o “Tempo não para”, de Cazuza. “Primeira vez de volta ao rio depois de tanto tempo. estávamos 12 anos sem tocar aqui.” contou o baterista da banda, Guilherme Dourado.  

  

Para fechar a primeira noite no palco, Paulinho Moska se apresentou para uma plateia lotada. O show começou com o sucesso “A seta e o alvo” e, desde o início, fez o público pular e cantar. Outros hits como “Admito que perdi”, “Muito pouco”, “Lágrimas de diamantes” e “Namora comigo” completaram o repertório. Paulinho também tocou “Esse tal de rock n roll”, de Rita Lee, e “Fullgás, de Marina Lima – a primeira artista a gravar uma música do Paulinho quando ele ainda estava no início da carreira. 

 

União entre Rock in Rio e Ação da Cidadania no combate à fome 

 

Em 2026, o Rock in Rio ampliou seu compromisso com o pilar “Por Um Mundo Melhor” ao se unir à Ação da Cidadania em uma mobilização nacional de combate à fome. A parceria começou com a doação de 500 mil pratos de comida pelo festival e estabeleceu como meta chegar a 2 milhões de pratos até o fim desta edição.  

 

Karoline Campanelli, 32 anos, empresária e moradora da Barra da Tijuca, Zona Sudoeste do Rio, trouxe a filha de 15 anos com suas amigas da escola para viver pela primeira vez a experiência do Rock in Rio. “Estávamos passando aqui pela área vip e decidimos entrar no estande da Ação da Cidadania. Fiz questão de colaborar com uma quantia para ensiná-las sobre solidariedade e empatia”, contou.  

 

Venda antecipada de comidas e bebidas pelo aplicativo oficial garante mais praticidade para os fãs 

 

Com a venda antecipada de comidas e bebidas pelo aplicativo oficial do Rock in Rio, o público consegue se planejar antes mesmo de chegar ao festival, escolhendo e garantindo antecipadamente produtos de marcas como Heineken, Coca-Cola, Schweppes Mixed, Red Bull, Crystal e Bob’s. Para comprar, basta acessar o aplicativo oficial do Rock in Rio, selecionar a opção “Comprar Antecipadamente”, preencher ou confirmar o cadastro, escolher o dia em que o produto será consumido e realizar o pagamento, que poderá ser feito por PIX ou cartão de crédito. A compra é exclusiva pelo aplicativo e não está vinculada à aquisição do ingresso, que precisa ter sido garantido previamente para que o produto possa ser retirado na Cidade do Rock. 

A venda antecipada segue até as 10h da manhã do dia correspondente ao ingresso do fã.  Após o encerramento de cada dia de festival, a venda será reaberta às 6h da manhã e permanecerá disponível até as 10h. Já nos dias 8, 9 e 10 de setembro, quando não haverá programação do festival, a venda continuará aberta e será encerrada às 10h da manhã do dia 11 de setembro. No dia do evento, para retirar o produto, o fã deverá apresentar o QR Code gerado no aplicativo nos pontos de venda participantes. A retirada acontece exclusivamente nos bares fixos de bebidas do gramado que tenham em seu cardápio o produto adquirido, sempre de acordo com a disponibilidade no momento da retirada. Os locais habilitados para receber os pedidos poderão ser consultados diretamente no aplicativo. Cada unidade adquirida terá seu próprio QR Code, que é pessoal e intransferível. 

A experiência também chega acompanhada de uma iniciativa de consumo mais consciente. Na compra da primeira bebida, o fã recebe um copo que poderá ser reutilizado ou trocado nas compras seguintes. A partir da segunda compra, ao retornar ou reutilizar o copo, o consumidor recebe desconto no valor da nova bebida, independentemente da marca escolhida. A medida reforça a política sustentável do festival e incentiva o público a participar ativamente dessa dinâmica ao longo da experiência na Cidade do Rock. 

Entre os produtos disponíveis na venda antecipada estão opções de alimentação do Bob’s, como o Big Rock e o Rock Cheddar, além de bebidas das marcas Heineken, Coca-Cola, Schweppes Mixed, Red Bull e Crystal. Entre as opções estão água Crystal, chope Heineken, Coca-Cola e Coca-Cola Zero Açúcar, diferentes sabores de Red Bull e opções de Schweppes Mixed.  

Caso o fã compre um produto e não utilize o QR Code durante o festival, o valor correspondente será reembolsado automaticamente a partir de 14 de setembro de 2026, sem cobrança de taxa. O reembolso será realizado pelo mesmo meio utilizado no pagamento: em até duas faturas no caso de cartão de crédito ou em até 60 dias para pagamentos feitos via PIX. A compra antecipada de bebidas alcoólicas é exclusiva para maiores de 18 anos que já possuam ingresso para o Rock in Rio 2026. O QR Code referente à compra de produtos não dá acesso à Cidade do Rock. 

 

Confira os meios de pagamento aceitos na Cidade do Rock 

 

Nesta edição, todas as transações de compra no festival poderão ser realizadas com cartões de crédito, débito e pagamento por aproximação nos estabelecimentos, aceitos em qualquer ponto de venda, por meio dos terminais da Laranjinha do Itaú, inclusive pelos ambulantes que circulam pelo gramado. Para aqueles que preferirem levar dinheiro ou pagar por PIX, será necessário carregar um cartão pré-pago em um dos Caixas Cashless distribuídos pelo Rock in Rio, mediante caução de R$5,00, que será devolvido ao usuário quando o cartão for retornado ao final do dia. 

 

Nos cartões de crédito ou débito, serão aceitas as seguintes bandeiras: no crédito, Mastercard, Visa, Diners Club, American Express, Cabal, SoroCred e Banes Card; e, no débito, ELO, Mastercard Débito e Visa Electron. O cartão pré-pago será vinculado ao CPF de cada pessoa e o cadastro acontece no momento da carga em um dos caixas cashless do festival. 

 

Durante o Rock in Rio, dois pontos de caixas cashless estão sinalizados na Cidade do Rock, onde os clientes poderão obter o cartão pré-pago, disponível exclusivamente nos dias do festival. Caso reste saldo no cartão ao final do evento, o público poderá solicitar presencialmente o reembolso do valor do saldo nos caixas cashless, sem cobrança de taxa. Outra opção é solicitar o reembolso online entre os dias 14 e 28 de setembro de 2026. 

 

Para mais informações, o cliente poderá consultar o regulamento da operação Cashless que estará disponível nos caixas do evento e no site do Rock in Rio, além dos Termos e Condições do site do festival. 

 

 

Rock in Rio tem esquema especial de mobilidade com integração entre MetrôRio e BRT que garante mais conforto e agilidade aos fãs 

 

Para que o público aproveite cada segundo do festival, o Rock in Rio conta com um sólido esquema de mobilidade, com os principais modais de transporte – MetrôRio e BRT – operando de forma integrada em uma dobradinha para garantir ainda mais conforto, agilidade e conveniência aos fãs. Durante o festival, o MetrôRio funciona 24 horas para embarque e desembarque na estação Jardim Oceânico, que é o principal ponto de integração com o serviço especial do BRT Expresso Rock in Rio, que está disponível para compra pelo aplicativo Jaé. O BRT Expresso Rock in Rio oferece viagens diretas e semidiretas até a estação em frente à Cidade do Rock, formando uma operação integrada entre metrô e BRT para facilitar a chegada e a saída do público com mais rapidez, segurança e praticidade. Para quem busca uma experiência diferenciada, o transporte Primeira Classe, sucesso nas edições anteriores, oferece um serviço exclusivo, com embarques em diversos pontos do Rio de Janeiro e da Grande Rio, além de atender fãs de cidades dos estados de São Paulo e Minas Gerais, deixando o público dentro da Cidade do Rock. 

 

Saiba mais sobre os ingressos para o Rock in Rio 2026 

 

Para que o público tenha o acesso ao ingresso digital, todos que garantiram presença em um ou mais dias do festival devem ficar de olho no e-mail cadastrado na Ticketmaster. Será via endereço eletrônico que os fãs recebem todas as instruções, como ativação, transferência etc. A partir do recebimento, o fã deve seguir o passo a passo para ativar o seu ingresso digital – o “Quentro” é compatível com os aparelhos Android e iOS. A plataforma conta com um alto nível de segurança, sendo anticópia, rastreável e compatível com a maioria dos smartphones disponíveis no mercado. Ao baixá-lo, o ingresso já vem salvo com o nome de quem vai acessar o festival. 

 

Sobre o Rock in Rio          

   

1985 marca a primeira edição do evento idealizado por Roberto Medina e que hoje, 41 anos depois, é considerado o maior festival de música e entretenimento do mundo – o Rock in Rio. A história do evento se entrelaça com a do entretenimento no Brasil, sendo responsável por colocar o país na rota dos eventos internacionais, já que pela primeira vez, um país da América do Sul sediou um evento musical dessa magnitude. Em uma área de 250 mil m2, em Jacarepaguá, durante dez dias, 1 milhão e 380 mil pessoas foram iluminadas pela primeira vez e começaram a fazer parte do grande espetáculo. No palco – o maior do mundo na época, com 80m de boca de cena – 15 atrações nacionais e 16 internacionais. Originalmente organizado no Rio de Janeiro, o festival ganhou o mundo chegando a Lisboa (Portugal), onde é realizado até hoje, passando por Madrid (Espanha) e Las Vegas (USA).      

      

Desde a primeira edição, já gerou mais de 297,6 mil empregos diretos e indiretos e, apenas na última, em 2024, um impacto econômico de R$ 2.9 bilhões na cidade do Rio de Janeiro. Em 2022, o Rock in Rio foi considerado patrimônio cultural imaterial do estado do Rio de Janeiro. Pelas Cidades do Rock, desde 1985, já passaram mais de 12.3 milhões de visitantes, que assistiram a mais de 4.667 artistas em 141 dias de magia. Dentre os números gigantes do festival, mais de 146 milhões de pessoas alcançadas pelas comunicações nas redes sociais na edição que celebrou os 40 anos do Rock in Rio.     

   

Gerando impactos positivos nos países onde é realizado e consciente do poder disseminador da marca, o Rock in Rio pauta-se por ser um evento com o propósito de construir um mundo melhor para pessoas mais felizes, confiantes e empáticas num planeta mais saudável. Adotando e incentivando práticas que apoiam o coletivo, se une a empresas que possuem este mesmo olhar e diretriz. O festival investiu, junto com seus parceiros, mais de R$ 118 milhões em diferentes projetos, passando por temas como sustentabilidade, educação, música, florestas, entre outros. Apenas na Amazônia, mais de 4 milhões de árvores foram plantadas. A marca foi pioneira em ter a certificação ISO 20121 – Eventos Sustentáveis, é neutra em carbono desde 2006 e, em 2022, começou a trabalhar ambiciosas metas para 2030, alinhadas com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).       

   

Das 25 edições, dez ocorreram no Brasil (1985, 1991, 2001, 2011, 2013, 2015, 2017, 2019, 2022 e 2024), onze em Portugal (2004, 2006, 2008, 2010, 2012, 2014, 2016, 2018, 2022, 2024 e 2026), três na Espanha (2008, 2010 e 2012) e uma nos Estados Unidos (2015).       

               

Fonte: PR Rock in Rio  | Approach Comunicação              

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