Em outubro de 2024, o piloto da Texaco Racing passou mal durante um treino de kart, descobriu uma dissecção da aorta e precisou de uma cirurgia cardíaca de emergência

Beto Monteiro estava fazendo o que faz há décadas: pilotando. Mas, há exatos dois anos, no dia 2 de outubro de 2024, durante um treino de kart, o pernambucano passou mal e precisou ser levado às pressas para atendimento médico. O diagnóstico revelou uma dissecção da aorta, uma condição cardiovascular grave que exigia uma intervenção imediata.

Naquele momento, a corrida mudou de cenário. Em vez de disputar posições na pista, Beto precisou enfrentar uma corrida contra o tempo. O piloto passou por uma cirurgia cardíaca de emergência que durou aproximadamente dez horas.

“Eu nasci de novo”, resume Beto ao relembrar o episódio que mudou sua vida.

A cirurgia foi apenas o primeiro passo de uma recuperação que o levaria novamente às pistas. Hoje, dois anos depois, Beto mantém uma rotina ativa, segue competindo e afirma que se sente bem.

“Hoje eu vivo uma vida praticamente normal. E, para ser sincero, eu me sinto até melhor do que antes de fazer a cirurgia. Eu tomo uma medicação de forma bem regrada, mas não sinto nada diferente e faço de tudo. Sigo com minhas atividades normais. Com certeza foi um susto. Essa cirurgia cardíaca que passei tem um nível grave e, pelo que me falaram, existe um índice grande de mortalidade. Felizmente, eu estou na estatística de quem pode contar essa história”, comenta Beto Monteiro.

O episódio completa hoje dois anos, poucos dias depois do Dia Mundial do Coração, celebrado em 29 de setembro. A data reforça a importância da prevenção, do acompanhamento médico e dos cuidados com a saúde cardiovascular, um tema que ganhou significado pessoal para o piloto.

Acostumado a trabalhar no limite e conhecido pela versatilidade, com passagens por diferentes categorias do automobilismo, incluindo carros e caminhões, Beto também passou a enxergar a prevenção por uma perspectiva diferente.

No automobilismo, a alta performance começa muito antes da largada. Um equipamento de competição é constantemente monitorado, revisado e preparado para suportar as condições extremas de uma corrida. Qualquer sinal fora do padrão pode indicar que é preciso parar, investigar e corrigir antes que o problema se agrave.

Depois do que viveu, Beto passou a fazer uma associação semelhante com os cuidados com a própria saúde.

“Na pista, a gente sabe que manutenção e prevenção são fundamentais. O caminhão precisa estar sempre revisado, tudo precisa ser conferido. Depois do que aconteceu comigo, passei a enxergar a saúde de uma maneira diferente também”, explica o pernambucano.

A experiência fez Beto perceber que prevenção não deve entrar em cena apenas quando surge um problema. No automobilismo, esperar uma falha pode significar perder uma corrida. Na vida, as consequências podem ser muito maiores.

Dois anos depois daquela emergência, o piloto continua acelerando. Aos 51 anos, segue competindo pela Copa Truck e mantendo uma rotina ativa, agora com uma perspectiva diferente sobre o que significa alta performance.

A história que começou com um treino de kart e uma emergência médica ganhou um novo significado: Beto Monteiro não apenas voltou às pistas. Ganhou uma segunda chance para continuar contando sua própria história. E, talvez essa seja a principal lição que ele leva para a pista e para fora dela: preparação é fundamental para chegar ao limite. Mas cuidados e prevenção também podem fazer toda a diferença. 

Acompanhe a Texaco e o piloto Beto Monteiro nas redes sociais:

@Texacolubrificantes

@Betomonteiro88

Fonte: Bia Press Agency

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