O documentário acompanha a trajetória da banda sul-coreana The Rose e mostra de forma muito íntima um dos momentos mais delicados da carreira dele. Com conflitos contratuais, a pausa nas atividades e, depois, o tão esperado reencontro.

Pra mim, a coisa mais marcante do filme é que ele vai muito além de mostrar palco e performance. Ele mostra vulnerabilidade. Os integrantes falam abertamente sobre frustrações, inseguranças e o medo real de que tudo tivesse realmente acabado. E isso cria uma conexão muito genuína, principalmente pra quem acompanhou esse período de incerteza.

Eu senti que é um documentário visualmente sensível e emocionalmente muito honesto. Ele equilibra cenas de turnê com momentos íntimos, deixando claro que esse “come back” não é só musical, é sobre amadurecimento, amizade e resistência dentro de uma indústria tão intensa como a do K-pop.

No fim, pra mim, não é só uma história sobre voltar aos palcos. É sobre o reencontro de um propósito.

 

Por Caroline Moura de Oliveira

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