Palcos da Cidade do Rock recebem diversos gêneros, que vão do pop ao forró, passando pelo folk e o piseiro. No New Dance Order, Alok apresentou um encontro especial em família, com pai, mãe e irmão, mostrando que a cena eletrônica atravessa gerações
A Cidade do Rock viveu neste sábado (12) uma verdadeira festa dos hits. Do funk brasileiro ao reggaeton, passando pelo pop e pelo rock, o Palco Mundo reuniu quatro atrações que fizeram o público cantar, dançar e celebrar do início ao fim. A primeira delas foi: PE-DRO SAM-PAI-O! O artista abriu a programação comandando, mais uma vez, o maior “Cavalinho” do mundo – depois de reunir 100 mil pessoas no Rock in Rio Lisboa, Pedro repetiu o feito no Rio de Janeiro colocando um mar de gente para dançar o hit. Na sequência, J Balvin trouxe a força do reggaeton latino para o evento. Demi Lovato combinou músicas de seu novo álbum, It’s Not That Deep, com sucessos que marcaram sua carreira, enquanto o Maroon 5 encerrou a noite com um repertório repleto de clássicos que fazem parte da trilha sonora de diferentes gerações.
Nos demais palcos, a diversidade musical também deu o tom do sábado. O Global Village recebeu o forró de Maestrinho, enquanto o Palco Sunset foi tomado pelo indie rock e pelo folk do Mumford & Sons. Já o New Dance Order teve mais uma noite de Alok, que voltou ao festival para uma apresentação especial ao lado do pai, da mãe e do irmão. O resultado foi um dia de hits, encontros e muita dança, embalada pela batida dos leques e por um público que cantou praticamente todos os refrões do começo ao fim.
Kátia dos Santos, 32, Flávia Almeida, 28, e Jéssica Albuquerque, 31, todas moradoras de Madureira e amigas de longa data, vieram ao Rock in Rio pela terceira vez. Kátia, fisioterapeuta, comenta que para ela e as amigas os melhores shows do dia foram do Pedro Sampaio e Demi Lovato. “A energia está muito incrível e o público é bem animado. Essa edição do Rock in Rio de 2026 é uma das mais ecléticas”, comentou. A fisioterapeuta disse ainda que curtiu muito o novo palco mundo. “Esses recursos tecnológicos deixam os shows ainda mais interessantes. A organização e os profissionais também merecem aplausos”, concluiu.
Pedro Sampaio abriu o Palco Mundo em uma apresentação pensada para transformar a Cidade do Rock em uma grande pista de dança. E o público correspondeu à altura, batendo leque e acompanhando as coreografias a cada comando da máquina de hits. O DJ, cantor e produtor levou para o festival sucessos como “JETSKI”, “POCPOC” e “Sequência Feiticeira”, além de repetir no Rio um feito que já havia protagonizado no Rock in Rio Lisboa: o maior “Cavalinho” já visto na história, realizado para 100 mil pessoas. Se em Lisboa ele fez um mar de gente “engatar a marcha ré”, no Rio repetiu a dose e mostrou que, no Rock in Rio, um Cavalinho para 100 mil pessoas pode acontecer duas vezes. A apresentação também ganhou força com bailarinos e uma produção visual que explorou a nova cenografia do Palco Mundo, que conta com 2.400 metros quadrados de painéis de LED.
Um dos maiores nomes da música latina contemporânea, J Balvin levou ao Palco Mundo um repertório feito para não deixar ninguém parado. O colombiano revisitou sucessos como “Mi Gente”, “Ginza” e “Downtown” em uma apresentação que reuniu reggaeton, pop e elementos da música urbana. O balé ganhou destaque em uma rampa posicionada no centro do palco, que assumia novos contornos com as projeções de luz e complementava as imagens exibidas nos telões. Pedro Sampaio, que já havia incendiado o público mais cedo, voltou para uma participação em “Perversa” e, em seguida, as boas-vindas à Melody que entregou todo seu rebolado em “Jetsky” . A apresentação terminou com uma sequência de “Ritmo”, “Que calor” e “In the Ghetto”.
Demi Lovato trouxe para a Cidade do Rock um show que equilibrou o presente com os grandes momentos de sua carreira. A cantora apresentou músicas do álbum It’s Not That Deep, lançado em 2025, como “Fast” e “Kiss”, ao lado de sucessos como “Heart Attack”, “Confident”, “Skyscraper”, “Give Your Heart a Break” e “Tell Me You Love Me”. O repertório reforçou uma das principais características de seus shows: a combinação entre potência vocal, dança, emoção e conexão direta com os fãs – arriscando até algumas palavras em português.
Encerrando a programação no espaço, Maroon 5 entregou uma coleção de sucessos que transformou a Cidade do Rock em um enorme coro. Com mais de duas décadas de carreira, a banda revisitou músicas como “This Love”, “She Will Be Loved” e “Moves Like Jagger”, entre outros hits que ajudaram a construir sua trajetória internacional. O repertório do grupo é justamente um dos grandes trunfos de suas apresentações ao vivo: músicas reconhecidas por diferentes gerações e capazes de fazer o público cantar do começo ao fim. E não foi diferente desta vez, quando Adam trouxe as primeiras letras de “Sugar”, que fechou as atividades deste sábado no Palco Mundo.
Palco Sunset celebra encontros entre gerações e diferentes sotaques da música
Abrindo o Palco Sunset neste sábado, Criolo, Amaro Freitas e Dino d’Santiago apresentaram o projeto colaborativo que une rap, jazz, MPB e ritmos afro-lusófonos, celebrando a ancestralidade e a conexão entre Brasil, Portugal e África. O show teve início com “Esperança”, música indicada ao Grammy Latino e que deu origem à parceria entre os três, alternando momentos de festa e reflexão. O repertório empolgou o público e contou ainda com “E Se Livros Fossem Líquidos e “Ela É Foda”.
Os Gilsons foram a segunda atração a se apresentar, recebendo diversos convidados. O trio formado por José, Francisco e João Gil abriu o show embalando o público com baladas como “Love Love” e “Pra Gente Acordar”. Após a canção “Proposta”, o cantor Narcizinho se juntou aos artistas para “Bem me quer”. Mas foi quando o Olodum subiu ao Palco que a temperatura subiu de vez com sucessos como “Avisa lá” e “Deusa do Amor”. Quando o clima do carnaval de Salvador já tomava conta do público, a rainha Daniela Mercury surgiu com o clássico “Nobre Vagabundo”. A energia permaneceu lá no alto até o fim da apresentação com hinos como “Suingue da Cor”, “Faraó” e finalizando com “Samba enredo”.
Se os Gilsons celebraram o carnaval de Salvador, João Gomes levou a folia pernambucana para a Cidade do Rock. Um cortejo de cultura popular, com pernas de pau, bonecos gigantes e personagens do folclore, comandado pelo Boi da Macuca, seguiu junto à Orquestra de Frevo pelo meio do público em direção ao Palco Sunset. Em seguida, a voz grave, marca registrada do artista, ecoou ao som de “Eu Tenho a Senha”. João Gomes mostrou que o piseiro e o forró, executados pelos instrumentos da Orquestra Brasileira, podem ganhar a grandiosidade e a potência de um grande espetáculo.
No Palco Sunset, Mumford & Sons encerrou a programação com sua mistura de folk e indie rock, marcada pelo uso de instrumentos acústicos, vocais potentes e grandes coros. Com sucessos como “Little Lion Man”, “The Cave” e “I Will Wait”, a banda britânica encantou toda a plateia que acompanhava atentamente e clorosamente cada faixa e transformou o espaço em um grande encontro entre público e artistas.
New Dance Order reúne a família inteirade Alok em noite histórica
A família de Alok tomou conta do New Dance Order neste sábado. A programação começou com Bhaskar, irmão do artista, que abriu a pista como o Special Opening do dia, seguido por Adam Sellouk e Gabe. Na sequência, o palco recebeu Ekanta e Swarup, pais de Alok e Bhaskar. O encontro ganhou o fechamento com Alok – Rave The World, em uma que trouxe um espetáculo de drones para o público e reuniu toda a família em cima do palco em uma apresentação emocionante.
Espaço Favela, Supernova e Global Village ampliam a festa
O show do trio carioca Soul de Brasileiro, formado por José Junior, Ge Vieira e Negra Silva, foi um verdadeiro espetáculo de musicalidade, energia e potência vocal na abertura das apresentações deste sábado no Espaço Favela. Crias da Vila Kennedy, os artistas estrearam no festival com um show baseado no álbum “SOU”. O público acompanhou de perto a mistura de soul e R&B com samba, jazz e MPB. A recepção coroou a história dos três amigos, que começaram cantando juntos na igreja e hoje levam a voz da comunidade para o palco do festival.
Na sequência, a estreia de Priscila Senna marcou um momento de forte apelo cultural ao transformar o espaço em um grande palco do brega pernambucano. De Águas Compridas para o mundo, o show teve como tema “No Alto da Minha História” e transformou a trajetória da artista em parte da própria apresentação. A cantora dominou a estrutura vertical do palco, acompanhada por uma grandiosa fusão de músicos tradicionais do gênero, bailarinos e arranjos de orquestra. Com vocais marcantes, levou sua identidade à Cidade do Rock e entregou um espetáculo focado na emoção, no qual o público respondeu em coro a hits de sofrência como “Alvejante” e “Te Beijo Chorando”. “Eu sou muito orgulhosa porque eu sou mulher, sou pernambucana, está alcançando esse lugar, esse espaço que eu acho que é tão merecedor. A gente lutou tanto, né? O Brega lutou tanto para chegar até aqui e trazer um show, um espetáculo, vocês viram hoje nesse palco”, celebrou a cantora.
Fechando o dia, o Espaço Favela virou um verdadeiro trio elétrico no meio da Cidade do Rock quando a Timbalada tomou o palco. A percussão pesada ditou o ritmo de uma apresentação que teve direito até a um mini trio elétrico em cena, arrastando a multidão com clássicos do axé e releituras certeiras de “Felicidade” (Seu Jorge) e “País Tropical” (Jorge Ben Jor). A festa ganhou ainda a participação de Gominho, que subiu ao palco e dançou ao som da banda. Já no fim do show, o vocalista Buja Ferreira desceu para o meio do público e cantou junto com a galera. Denny Denan, um dos nomes mais emblemáticos da história do grupo, também dividiu os vocais com Buja durante a apresentação. O ápice veio na saideira. Ao som do hit “A Roda”, a Timbalada botou todo mundo para girar, em uma autêntica micareta baiana.
O palco Supernova começou o dia com show do baiano Celo Dut, que fez parar quem chegava à Cidade do Rock. Num ritmo que mistura R&B, rap e ragga, Celo cantou suas parcerias com Liniker e BK. No palco não estava só a banda. “Minha família, meus pais e meu filhos. Eles lutaram pela minha vida e meu filho deu sentido a minha vida”, disse ele ao apresentá-los. Na sequência, o espaço ficou lotado para receber Yago Oproprio que presenteou os fãs entrando no palco com um de seus maiores sucessos, “Três da Madrugada”.
Já a terceira atração da noite no Supernova foi o argentino Milo J, que também reuniu fãs que cantaram junto todas as músicas. Um deles de apenas 12 anos, Yasser Abraham, se emocionou o show inteiro com a primeira oportunidade de ver de perto o ídolo. Ele veio com os pais argentinos, Romina Montero, 39 anos, e Carim Abraham, 42.“Demos para ele de aniversário, pois completou 12 ontem e ama o Milo J. Somos argentinos, mas moramos em Búzios. Quando soubemos que ele vinha fizemos plantão no site pra garantir o ingresso. Deu certo e hoje ele está só alegria. É o show principal pra ele”, contou a mãe.
A programação do Supernova encerrou com o show do Delacruz. O rapper transformou o palco em uma sala de estar em clima de romance: sofá, meia luz e os hits românticos do cantor. Lotado, o show teve homenagem ao príncipe do funk, o saudoso MC Marcinho, além das músicas que Delacruz canta com Péricles e Ludmila.
No Global Village, a cantora Badi Assad abriu as apresentações neste sábado. Em um ritmo animado, músicas em português e inglês e trocas de figurinos ao longo do show, a artista chamou a atenção de quem chegou ao festival. Em um dos momentos do show, ela assumiu sozinha o palco e brincou ao se apresentar como “a banda de uma mulher só”.
Hamilton de Holanda entrou no palco em seguida. O artista, conhecido por improvisar acordes e ritmos ao subir no palco, prendeu a atenção da plateia. Ana Paula dos Santos, de 56, foi uma das pessoas que ficou assistindo. “Primeira vez vendo o Hamilton ao vivo e foi emocionante.” relatou a administradora de Macaé. “Não conhecia, mas a música dele e toda a apresentação me tocou bastante” continuou, ressaltando a facilidade que o artista tem em improvisar e se encaixar entre seu baterista e tecladista.
Para fechar o dia no Global Village, Mestrinho trouxe sua sanfona e sua banda para o palco. Com um repertório de músicas autorais e de outros artistas, como Marília Mendonça, Luiz Gonzaga e Dominguinhos, o artista animou o público e fez todo mundo dançar. Em homenagem a Rita Lee, quem ele considera Rainha do Rock Brasileiro, Mestrinho cantou “Caso Sério”, “Erva Venenosa” e “Lança Perfume” ao som de sua sanfona.
“Eu já conhecia o Mestrinho pelo projeto Dominguinho, mas nunca tinha assistido um show dele” contou Estela Vasconcelos, de 35. A nutricionista carioca elogiou a apresentação “Tudo foi sensacional, desde a banda até as músicas que ele escolheu. Virei mais fã ainda”.
Último domingo para garantir a foto perfeita e aproveitar as experiências na Cidade do Rock
O penúltimo dia do Rock in Rio também foi um convite para olhar para a Cidade do Rock como um grande cenário. Neste domingo (13), último dia do festival, o público terá mais uma oportunidade de registrar os espaços que se transformaram em alguns dos pontos mais instagramáveis desta edição. E não existe uma única Cidade do Rock: a cada apresentação, o novo Palco Mundo se transforma de acordo com o artista, com sua megaestrutura de LED criando diferentes cenários ao longo do dia e fazendo com que cada show também seja uma nova oportunidade de foto.
A tradicional Roda-Gigante Itaú segue entre os pontos mais disputados para quem busca uma vista panorâmica do festival, enquanto o Global Village convida o público a circular por uma cenografia inspirada em ícones arquitetônicos de diferentes partes do mundo. Já a Rota 85 reúne referências à história do Rock in Rio em um dos cenários mais fotogênicos da Cidade do Rock, com elementos inspirados na Route 66 e objetos que fazem parte da memória do festival.
Entre as experiências para além dos palcos do Rock in Rio, o ECCO, by Lightwire, que chamou muita atenção e emocionou o público, se prepara para o último dia de festival. Depois de movimentar sessões cheias ao longo dos dois fins de semana, o espetáculo terá suas últimas cinco apresentações amanhã, dia 13, oferecendo ao público uma última oportunidade de conferir a experiência inédita.
Os coreógrafos do projeto, Rafa Scauri e Patrícia Kfouri, celebram a participação no festival e convidam o público para o último dia. “Conseguimos encaixar a proposta da Lightwire, sobre a natureza, com a proposta do festival, que é música. O principal desafio foi fazer a conexão dos dois mundos, mas acho que conseguimos fazer com maestria, a galera está saindo totalmente emocionada”, destaca Patricia. “O projeto foi concebido especialmente para o Rock in Rio, acredito que não vai ter outra oportunidade. Pode ser a Lightwire, mas de um jeito diferente. Para assistir esse formato é aqui ou nunca. Espero que as pessoas consigam vir aproveitar a experiência”, convida Rafa.
Rock in Rio tem esquema especial de mobilidade com integração entre MetrôRio e BRT que garante mais conforto e agilidade aos fãs
Para que o público aproveite cada segundo do festival, o Rock in Rio conta com um sólido esquema de mobilidade, com os principais modais de transporte – MetrôRio e BRT – operando de forma integrada em uma dobradinha para garantir ainda mais conforto, agilidade e conveniência aos fãs. Durante o festival, o MetrôRio funciona 24 horas para embarque e desembarque na estação Jardim Oceânico, que é o principal ponto de integração com o serviço especial do BRT Expresso Rock in Rio, que está disponível para compra pelo aplicativo Jaé. O BRT Expresso Rock in Rio oferece viagens diretas e semidiretas até a estação em frente à Cidade do Rock, formando uma operação integrada entre metrô e BRT para facilitar a chegada e a saída do público com mais rapidez, segurança e praticidade. Para quem busca uma experiência diferenciada, o transporte Primeira Classe, sucesso nas edições anteriores, oferece um serviço exclusivo, com embarques em diversos pontos do Rio de Janeiro e da Grande Rio, além de atender fãs de cidades dos estados de São Paulo e Minas Gerais, deixando o público dentro da Cidade do Rock.
Saiba mais sobre os ingressos para o Rock in Rio 2026
Para que o público tenha o acesso ao ingresso digital, todos que garantiram presença em um ou mais dias do festival devem ficar de olho no e-mail cadastrado na Ticketmaster. Será via endereço eletrônico que os fãs recebem todas as instruções, como ativação, transferência etc. A partir do recebimento, o fã deve seguir o passo a passo para ativar o seu ingresso digital – o “Quentro” é compatível com os aparelhos Android e iOS. A plataforma conta com um alto nível de segurança, sendo anticópia, rastreável e compatível com a maioria dos smartphones disponíveis no mercado. Ao baixá-lo, o ingresso já vem salvo com o nome de quem vai acessar o festival.
Sobre o Rock in Rio
1985 marca a primeira edição do evento idealizado por Roberto Medina e que hoje, 41 anos depois, é considerado o maior festival de música e entretenimento do mundo – o Rock in Rio. A história do evento se entrelaça com a do entretenimento no Brasil, sendo responsável por colocar o país na rota dos eventos internacionais, já que pela primeira vez, um país da América do Sul sediou um evento musical dessa magnitude. Em uma área de 250 mil m2, em Jacarepaguá, durante dez dias, 1 milhão e 380 mil pessoas foram iluminadas pela primeira vez e começaram a fazer parte do grande espetáculo. No palco – o maior do mundo na época, com 80m de boca de cena – 15 atrações nacionais e 16 internacionais. Originalmente organizado no Rio de Janeiro, o festival ganhou o mundo chegando a Lisboa (Portugal), onde é realizado até hoje, passando por Madrid (Espanha) e Las Vegas (USA).
Desde a primeira edição, já gerou mais de 297,6 mil empregos diretos e indiretos e, apenas na última, em 2024, um impacto econômico de R$ 2.9 bilhões na cidade do Rio de Janeiro. Em 2022, o Rock in Rio foi considerado patrimônio cultural imaterial do estado do Rio de Janeiro. Pelas Cidades do Rock, desde 1985, já passaram mais de 12.3 milhões de visitantes, que assistiram a mais de 4.667 artistas em 141 dias de magia. Dentre os números gigantes do festival, mais de 146 milhões de pessoas alcançadas pelas comunicações nas redes sociais na edição que celebrou os 40 anos do Rock in Rio.
Gerando impactos positivos nos países onde é realizado e consciente do poder disseminador da marca, o Rock in Rio pauta-se por ser um evento com o propósito de construir um mundo melhor para pessoas mais felizes, confiantes e empáticas num planeta mais saudável. Adotando e incentivando práticas que apoiam o coletivo, se une a empresas que possuem este mesmo olhar e diretriz. O festival investiu, junto com seus parceiros, mais de R$ 118 milhões em diferentes projetos, passando por temas como sustentabilidade, educação, música, florestas, entre outros. Apenas na Amazônia, mais de 4 milhões de árvores foram plantadas. A marca foi pioneira em ter a certificação ISO 20121 – Eventos Sustentáveis, é neutra em carbono desde 2006 e, em 2022, começou a trabalhar ambiciosas metas para 2030, alinhadas com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
Das 25 edições, dez ocorreram no Brasil (1985, 1991, 2001, 2011, 2013, 2015, 2017, 2019, 2022 e 2024), onze em Portugal (2004, 2006, 2008, 2010, 2012, 2014, 2016, 2018, 2022, 2024 e 2026), três na Espanha (2008, 2010 e 2012) e uma nos Estados Unidos (2015).
Fonte: PR Rock in Rio | Approach Comunicação


