Monitoramento com dados do Spotify Charts Brasil mostra que o festival impulsionou movimentos relevantes no ranking dos artistas mais ouvidos no país, com avanços de mais de 50 posições e nomes como Elton John, Twenty One Pilots, Demi Lovato e Zara Larsson alcançando suas melhores marcas individuais de 2026; dados de redes sociais também revelam crescimento nas bases de seguidores dos artistas
A edição deste ano do Rock in Rio chegou ao fim após sete dias de festival, com 190 shows, mais de 1.300 artistas e 45 apresentações internacionais na Cidade do Rock. Nos dias seguintes às apresentações, o impacto dos shows pôde ser observado tanto no consumo de música quanto no interesse pelos artistas no ambiente digital. Um levantamento do Rock in Rio, com base no monitoramento do Spotify Charts Brasil em um dashboard desenvolvido em parceria com a Zoox, identificou movimentos relevantes no ranking dos artistas mais ouvidos na plataforma no país. Elton John, Twenty One Pilots, Demi Lovato e Zara Larsson, por exemplo, registraram seus melhores desempenhos individuais de 2026 no Brasil após passarem pelo festival, chegando ao Top 200 brasileiro.
“A experiência do Rock in Rio vai muito além da Cidade do Rock. O show ao vivo cria conexões e desperta sentimentos e emoções inesquecíveis, mas o impacto do festival na vida dos artistas e fãs extrapola em muito esse grande momento, pois começa muito antes, quando os fãs mergulham em playlists para se preparar para o show, e continua muito tempo após o evento, quando os fãs seguem ouvindo, relembrando e revivendo os momentos mágicos daquele espetáculo. Os dados mostram esse movimento de forma muito clara, tanto no Spotify Brasil quanto nas redes sociais, com artistas alcançando marcas importantes no streaming e ampliando suas bases de seguidores no Instagram e TikTok nos dias seguintes às apresentações. É muito especial perceber como o que acontece nos palcos continua fazendo parte da relação do público com a música mesmo depois do fim dos shows”, afirma Ana Deccache, diretora de Marketing da Rock World.
O crescimento na plataforma de streaming também foi observado entre artistas que já figuravam no ranking antes de subirem aos palcos do Rock in Rio. Alee e Calvin Harris protagonizaram os maiores saltos identificados pelo levantamento, avançando 57 e 56 posições, respectivamente, nos dias seguintes aos seus shows. Marina Sena subiu 35 colocações, enquanto Stray Kids avançou 32. Luísa Sonza e Xamã também registraram altas, com salto de 30 posições cada. A lista inclui ainda Delacruz, que avançou 24 posições; João Gomes, 23; Pedro Sampaio, 16; Alok, 14; Maroon 5, 12; e TZ da Coronel, seis. A análise comparou a posição de cada artista na véspera de sua apresentação no Rock in Rio com a melhor colocação registrada nos três dias seguintes ao show.
Além do streaming, artistas registram crescimento nas redes sociais após o festival
O interesse despertado pelos shows também ganhou força nas redes sociais. Nas 48 horas seguintes às apresentações no Rock in Rio, diferentes artistas viram suas comunidades crescerem, em um movimento que reforça como a conexão criada na Cidade do Rock se estende para além do consumo de música. No Instagram, Hwasa ganhou 84 mil novos seguidores, Zara Larsson somou 68 mil, Stray Kids, 64 mil, e Laufey, 55 mil. Elton John registrou 52 mil novos seguidores, enquanto Maroon 5 ganhou 26 mil, Demi Lovato, 24 mil, Calvin Harris, 19,3 mil, e Twenty One Pilots, 15 mil. Para esses artistas, os aumentos registrados após os shows representaram suas maiores variações de seguidores na plataforma nos últimos três meses. O movimento também apareceu no TikTok. Stray Kids ganhou 128 mil novos seguidores nas 48 horas após sua apresentação, enquanto Zara Larsson somou 52 mil e Laufey, 30 mil. Os dados consideram o crescimento das bases globais dos artistas nas plataformas.
Sobre o Rock in Rio
1985 marca a primeira edição do evento idealizado por Roberto Medina e que hoje, 41 anos depois, é considerado o maior festival de música e entretenimento do mundo – o Rock in Rio. A história do evento se entrelaça com a do entretenimento no Brasil, sendo responsável por colocar o país na rota dos eventos internacionais, já que pela primeira vez, um país da América do Sul sediou um evento musical dessa magnitude. Em uma área de 250 mil m2, em Jacarepaguá, durante dez dias, 1 milhão e 380 mil pessoas foram iluminadas pela primeira vez e começaram a fazer parte do grande espetáculo. No palco – o maior do mundo na época, com 80m de boca de cena – 15 atrações nacionais e 16 internacionais. Originalmente organizado no Rio de Janeiro, o festival ganhou o mundo chegando a Lisboa (Portugal), onde é realizado até hoje, passando por Madrid (Espanha) e Las Vegas (USA).
Desde a primeira edição, já gerou mais de 297,6 mil empregos diretos e indiretos e, apenas na última, em 2024, um impacto econômico de R$ 2.9 bilhões na cidade do Rio de Janeiro. Em 2022, o Rock in Rio foi considerado patrimônio cultural imaterial do estado do Rio de Janeiro. Pelas Cidades do Rock, desde 1985, já passaram mais de 12.3 milhões de visitantes, que assistiram a mais de 4.667 artistas em 141 dias de magia. Dentre os números gigantes do festival, mais de 146 milhões de pessoas alcançadas pelas comunicações nas redes sociais na edição que celebrou os 40 anos do Rock in Rio.
Gerando impactos positivos nos países onde é realizado e consciente do poder disseminador da marca, o Rock in Rio pauta-se por ser um evento com o propósito de construir um mundo melhor para pessoas mais felizes, confiantes e empáticas num planeta mais saudável. Adotando e incentivando práticas que apoiam o coletivo, se une a empresas que possuem este mesmo olhar e diretriz. O festival investiu, junto com seus parceiros, mais de R$ 118 milhões em diferentes projetos, passando por temas como sustentabilidade, educação, música, florestas, entre outros. Apenas na Amazônia, mais de 4 milhões de árvores foram plantadas. A marca foi pioneira em ter a certificação ISO 20121 – Eventos Sustentáveis, é neutra em carbono desde 2006 e, em 2022, começou a trabalhar ambiciosas metas para 2030, alinhadas com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
Das 26 edições, onze ocorreram no Brasil (1985, 1991, 2001, 2011, 2013, 2015, 2017, 2019, 2022 e 2024, 2026), onze em Portugal (2004, 2006, 2008, 2010, 2012, 2014, 2016, 2018, 2022, 2024 e 2026), três na Espanha (2008, 2010 e 2012) e uma nos Estados Unidos (2015).
Fonte: PR Rock in Rio | Approach Comunicação


